quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Sentei
na areia, a água do mar começou a invadir meu espaço, e eu permiti. O dia já
estava acabando. Fiquei calada por um tempo, admirando toda a composição. Sol. Água.
Ondas. Areia. Sorri para mim mesmo, involuntariamente. Joguei minha cabeça para
trás. Estiquei as pernas e fechei os olhos. Só ouvindo o barulho das ondas e
sentindo o sol do fim da tarde me aquecendo e pensei que a minha cabeça parecia
o mar. Tinha fim, nas ninguém via inclusive eu. Algumas vezes calmo, e outras
mais turbulentas. Às vezes chovia, mas nunca parava sempre em constante quebra.
O sol sumiu e eu abri os olhos. Era meu pai, me oferecendo sorvete.
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